Transtorno do Pânico

Na Síndrome do Pânico, várias sensações do corpo acabam se associando às crises e passam a ser interpretados como um sinal de perigo iminente, do início de uma possível crise. Sinais tão diversos como a tensão decorrente de uma resposta de raiva, o enjôo de algo que não caiu bem no estômago, o cansaço de uma noite mal dormida, a tristeza de alguma perda, enfim todo o espectro das sensações e sentimentos pode ser equivocadamente interpretado como indício de uma crise de pânico, levando a pessoa a se assustar e assim, com medo do medo, iniciar uma crise.
Podemos identificar a emoção de medo/ansiedade ocorrendo em três níveis: como reações fisiológicas (alterações na pressão sanguínea, nos batimentos cardíacos, suor, etc), como reações afetivas (sentimentos de apreensão, desamparo, ansiedade, desespero etc) e como reações cognitivas (preocupação, pensamentos catastróficos.. etc).
Os remédios podem ser recursos auxiliares importantes para o controle das crises de pânico, trabalhando conjuntamente com a psicoterapia para ajudar na superação da Síndrome do Pânico.
Se não tratado, pode piorar a ponto de afetar seriamente a vida social do indivíduo, que tenta evitar os ataques e acaba os tendo.
Mas, por ser bastante difundida e debatida, Psiquiatras e Psicólogos tem ajudado a melhorar a qualidade de vida daqueles que padecem deste mal que, ao contrário do que pensava, ocorre há séculos.
 
Bons Pesadelos
Vampire

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